14/02/2026
Em Preto não vai pro céu, Carmelindo Rodrigues da Silva empreende um movimento de escavação que é, simultaneamente, memorialístico e analítico. A obra não se limita a ser um repositório de traumas individuais; ela se constitui como uma investigação aguda sobre como o racismo estrutural se infiltra nas frestas do sagrado e como a linguagem religiosa é instrumentalizada para a manutenção de hegemonias raciais.









