A pandemia produziu uma das maiores coleções de documentos da história contemporânea. Relatórios científicos, fotografias, estatísticas, pesquisas, decretos e registros oficiais preservaram os acontecimentos.
A motivação foi a necessidade de ampliar o debate sobre o Direito Militar, que é uma área jurídica pouco explorada. Como tal, carece de profissionais especializados e uma atualização doutrinária mais presente.
Publicadas quinzenalmente no jornal Correio*, sempre nos finais de semana, as crônicas de Paulo Sales trazem abordagens sensíveis e reflexivas sobre temas que vão desde observações do cotidiano até questões relacionadas aos dilemas da humanidade.
Diria que tanto lembranças boas quanto ruins daquele período ainda me influenciam até hoje. Por exemplo, perdi minha mãe para as drogas com 19 anos, amizades da época, amores que vivi, e principalmente desde aquela época eu sempre quis que minhas poesias inspirassem outras pessoas.
O universo jurídico e administrativo que circunda a vida castrense costuma ser percebido pelo público leigo como um bloco monolítico, moldado por certezas inabaláveis e pela retidão linear de seus pilares fundantes.
A ideia nasceu no silêncio do quarto do meu filho, Samuel, durante aquelas conversas baixinhas antes de dormir. Eu queria criar uma história que acolhesse o coração dele e de tantas crianças que, às vezes, se sentem tímidas ou deslocadas no mundo.
Você tem razão quando diz “exposição muito íntima”. É mesmo. Muitas famílias me mandam mensagens após a leitura salientando a coragem nas palavras, a coragem em compartilhar tudo isso. Eu não desejo ter um monte de páginas guardadas na estante. Eu realmente desejo que esta obra toque fundo e contribua na jornada de outros pais que passam por situações bem similares.
O Clube do Leitor BR anuncia três Leituras Coletivas simultâneas em maio, reunindo obras de suspense, maternidade e superação em uma experiência colaborativa que conecta leitores e autores de todo o país.
Não foi um momento único, foi um acúmulo.
Durante muito tempo eu apenas sobrevivi ao que vivi.
Mas chegou um ponto em que eu percebi que aquela história não era só minha — ela carregava algo que poderia alcançar outras pessoas.