01/04/2026
A escrita de Eduardo Trankels em O homem que se recusou a desistir solicita do leitor contemporâneo um olhar atento para os mecanismos de construção da memória e para as formas como o sujeito se posiciona diante de sua própria história. Ao anunciar-se como uma história real de fé, perda e permanência, instaura um campo de tensões entre a experiência vivida e a necessidade de conferir-lhe um sentido ético e estético.









