Nesta entrevista ao Clube do Leitor, Poliana Ramos Nogueira compartilha a travessia íntima de quem enfrentou o diagnóstico de câncer como um deserto — lugar de medo, silêncio e incertezas, mas também de encontro profundo com Deus
Quando a escrita científica já não comporta as emoções, a literatura surge como espaço de escuta, liberdade e expressão. Em Escolhas e Destinos, Maria Nivalda transforma pesquisa em narrativa sensível, dando voz às experiências, silêncios e encruzilhadas que atravessam a vida de tantas mulheres.
A entrevista revela como a música pode se tornar um caminho sensível, acessível e profundamente transformador no processo de aprendizagem de crianças autistas. A partir de experiências reais vividas em contextos educacionais e terapêuticos, Renata Guimarães mostra que a música vai além do desenvolvimento cognitivo: ela promove vínculo, regula emoções, fortalece a escuta e cria um espaço de presença e afeto.
Nesta entrevista, Aurora Eugênio compartilha como a fé transformou sua identidade e se tornou um caminho real de cura emocional.
A autora reflete sobre as fases da vida feminina, integrando corpo, emoções e espiritualidade como partes inseparáveis.
Um relato sensível sobre pertencimento, acolhimento e o amor de Deus que restaura e fortalece mulheres.
“O Tratado dos Opostos” é uma obra que revela a poesia como rito de reconstrução — um livro que transforma dor em beleza e devolve ao leitor o poder de nomear seus próprios opostos.
Clube do Leitor: Seu livro de estreia traz uma reflexão profunda sobre identidade e laços interpessoais. Como surgiu a ideia central de "Uma tênue linha..." e por que escolheu abordar a tênue fronteira entre ilusão e realidade?
Em uma conversa carregada de afeto, memória e encantamento, Rosângela Fernandes Terra — autora de A Professora Mágica — compartilha a inspiração por trás de uma obra que celebra o poder transformador da leitura e da educação.
Diagnosticado com autismo aos 42 anos, André Rodrigues Silva decidiu transformar sua história em livro — uma história marcada por silêncio, superação e descobertas tardias. Em “Esse Não Muda Nunca”, título inspirado em uma frase que o perseguiu durante a vida, ele revisita sua infância na roça, o estranhamento constante por se sentir diferente e a luta contra dores invisíveis.
Clube do Leitor: Como surgiu a ideia de unir uma ladra e um espião como protagonistas?
Essa combinação é pouco comum e cheia de tensão. Foi inspirada em algum filme, livro ou vivência pessoal?