Nesta entrevista ao Clube do Leitor, Poliana Ramos Nogueira compartilha a travessia íntima de quem enfrentou o diagnóstico de câncer como um deserto — lugar de medo, silêncio e incertezas, mas também de encontro profundo com Deus
Quando a escrita científica já não comporta as emoções, a literatura surge como espaço de escuta, liberdade e expressão. Em Escolhas e Destinos, Maria Nivalda transforma pesquisa em narrativa sensível, dando voz às experiências, silêncios e encruzilhadas que atravessam a vida de tantas mulheres.
Escolhas e Destinos é um romance que se constrói em movimento. Desde o início, a narrativa conduz a protagonista por caminhos que misturam memória, sensações e escolhas possíveis. Não há atalhos fáceis: há estradas de pedra, silêncios, pausas, retornos. Maria — apenas Maria — atravessa décadas aprendendo que a vida não se decide de uma vez, mas se refaz continuamente.
A literatura, em sua dimensão mais profunda, costuma ocupar as fendas deixadas pelos grandes relatos históricos, e é precisamente nesse espaço de indeterminação que Ricardo Colares situa O décimo terceiro apóstolo (2025).
A entrevista revela como a música pode se tornar um caminho sensível, acessível e profundamente transformador no processo de aprendizagem de crianças autistas. A partir de experiências reais vividas em contextos educacionais e terapêuticos, Renata Guimarães mostra que a música vai além do desenvolvimento cognitivo: ela promove vínculo, regula emoções, fortalece a escuta e cria um espaço de presença e afeto.
Nesta entrevista, Aurora Eugênio compartilha como a fé transformou sua identidade e se tornou um caminho real de cura emocional.
A autora reflete sobre as fases da vida feminina, integrando corpo, emoções e espiritualidade como partes inseparáveis.
Um relato sensível sobre pertencimento, acolhimento e o amor de Deus que restaura e fortalece mulheres.
Nesta entrevista ao Clube do Leitor, Charlene Santos reflete sobre os desafios, ilusões e impactos emocionais do amor na era digital. A autora de Amor Virtual, Consequências Reais compartilha as inquietações que deram origem ao livro, analisa os limites entre vínculo e projeção no ambiente virtual e convida o leitor a pensar sobre afetos, tecnologia e autoconhecimento. Uma conversa sensível e necessária para quem já viveu — ou tentou viver — relações mediadas pelas telas.
Alguns livros não nascem apenas para serem lidos. Eles nascem para atravessar vidas. É Possível Educar Minhas Emoções?, de Elaine Montino, é um desses livros que não chegam para ocupar espaço na estante — chegam para ocupar espaço dentro de nós. Vivemos em uma era em que as emoções transbordam: ansiedade, medo, impulsividade, excesso de autocobrança. As pessoas buscam refúgio, explicação e sentido.
Clube do Leitor BR: José Roberto, Overdone mistura ficção e realidade de maneira cinematográfica, abordando o universo da estética e da ciência. Como nasceu a ideia de unir esses dois mundos — o da beleza e o da ética científica — em uma só narrativa?
José Roberto da Costa Pereira: Esse cenário já nasceu desde a concepção, uma vez que para tornar a ficção verossímil, foi necessário ter uma visão do lado da Ciência e da vaidade. De fato, o livro é quase um roteiro de um filme ou até de uma série.